quarta-feira, 28 de março de 2012

O primeiro candidato homossexual a prefeito do País

A encantadora e bela, João Pessoa, será a primeira capital brasileira que terá um candidato a prefeito homossexual.Trata-se do professor Renan Palmeira; homossexual, militante LGBT e integrante do Movimento Espírito Lilás. Sua pré-candidatura foi oficializada pelo PSOL no domingo passado (25/03) após ter vencido a convenção interna do partido. Já se fala inclusive no apoio do Deputado Federal Jean Willys do PSOL-RJ. Willys poderá aparecer nos eventos e nas propagandas em rádio e TV. Quanto ao fato dele ser homossexual ou não, acho irrelevante. Não importa para mim, preferência política, religiosa e também a opção sexual das pessoas. Nesse caso, o político não será e nem deve ser avaliado pelo fato de ser homossexual; essa discussão, como já fiz observar acima, é irrelevante. Se houver alguma relevância nessa questão, ela talvez esteja no fato dele ser o primeiro candidato homossexual a prefeito de uma capital brasileira; da mesma forma como um dia ganhou relevância o fato da presidente Dilma ter sido a primeira mulher a governar o Brasil.
Foto reprodução: iG
Um político ao candidatar-se para governar um município, capital, estado ou país não poderá pautar seus compromissos com a sociedade a partir de suas preferências pessoais, sejam elas quais forem, mas sim, pensando em todos. Pelo menos assim deveria ser. Mas conhecendo os políticos como tão bem os conhecemos, fica uma interrogação no ar. Ainda assim, consigo enxergar como salutar e sem nenhum preconceito, a candidatura do professor Renan Palmeira à prefeitura de João Pessoa.Também vejo sua candidatura como algo positivo ao respeito do direito individual das pessoas. O que será julgado no futuro pela pala população, caso ele venha governar a capital paraibana, será o político e não o homossexual. Essa é a minha opinião.
Comentário(s)
7 Comentário(s)

7 comentários :

  1. Olá PCzão meu amigo!
    Eu acho que todos somos iguais perante a lei no que diz respeito a nossos direitos e deveres. Então ele tem o direito de se candidatar e passar pelo crivo das urnas!

    Legal essa postagem!

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  2. Oi querido Paulo César,

    Deixe eu pensar: Professor, Homossexual, Espírita e agora Candidato a Político.
    Tudo misturado, em matéria de ideias e de atitudes, o que dará tudo isso, que simbiose teremos?

    Segundo estudos já provados, ninguém nasce Homo ou Lésbica, embora se possa nascer Hermafrodita( depois se opta pelo sexo mais desenvolvido e com características predominantes).
    Não está no ADN de ninguém, a homossexualidade, está provado, cientificamente. No ADN de qualquer pessoa está, ser homem ou mulher, ou as duas coisas, simultâneamente.

    A SOCIEDADE SE ENCARREGA DE TORNAR A PESSOA HOMO OU LÉSBICA.

    Estive olhando o rosto do Professor, e até que não é nada feio (sorriso bonito e olhar tão expressivo!).
    Ora o que é que eu estou pensando, nada Paulo César, NADA.
    São cogitações minhas, só isso.
    "Bem trabalhado chegaria lá".

    Beijos da mais pura e feminina luz.

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  3. Bom dia, Pc! Concordo plenamente com o que expôs. Sob meu ponto de vista, não está em jogo o sexo ou as opções sexuais de um candidato, e sim a sua disponibilidade para governar com justiça e honestidade. Artigos que deveriam ser divulgados amplamente, já que me parecem bem raros. Um abraço!

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  4. Apaguem os holofotes, por favor! Falemos de eleição... de política e de políticos, tão somente! Minha concepção de caráter jamais avaliou o humano por sua genitália, raça, preferências outras. Vejo que, como professor, terá imensa capacidade de pensar no que poderá dar novo rumo ao país - a EDUCAÇÃO! E, digo mais, quando se dispõem a fazer o fazem com total competência! Sorte ao candidato!
    Abraço, Célia.

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  5. Só não entendo porque a "propaganda" no declarar, no "badalar" a
    condição homossexual do candidato. É um candidato, para mim, nada mais que isso. Isso me lembra a "cota para negros", nas universidades, ou qualquer outra discriminação. Tudo deveria transcorrer naturalmente. O preconceito, está na forma. Para um candidato, bastam a competência, o caráter, a ética.

    Um abraço,
    da Lúcia

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  6. Poderia fazer das palavras da Célia Rangel as minhas, mas seria plágio né, kkk. Bem, como dizia o Marcelo Nova do Camisa de Vênus: "Ninguém aqui é fiscal de c...", mas ele deve ser avaliado pela competência de trabalho, mas caso ele se eleja e faça uso da máquina pública para promover a bandeira gay dele ai discordo totalmente, e geralmente é isso que acontece, como no caso do Jean Willis (é assim que é o nome dele?), que se elegeu deputado e está hasteando a bandeira homossexual no plenário, acho que isso é misturar as bolas.

    Abraço PC.

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  7. Na minha humilde opinião, um homem não é um bom ou mau politico por ser homo, bi, ou heterosexual. Como não é bom ou mau devido às suas crenças religiosas, ou à cor da pele. É um bom politico se não for fanático nas suas convicções, e se for um homem honesto.
    Mas isto sou eu a pensar que não entendo nada de politica.
    Um abraço

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