sexta-feira, 2 de novembro de 2018

Capitão Bolsonaro, o "inimigo" ignorado

No último domingo (28), o brasileiro votou para escolher um novo presidente. Foi uma eleição marcada pela polarização. De um lado, uma extrema esquerda representada pelo PT, partido que governou o país por quase quatorze anos. As marcas de um processo de impeachment do já desgastado governo Dilma em seu segundo mandato (inacabado) e a corrupção reinante que se fortaleceu muito mais nos mandatos Lula/Dilma deixaram algumas cicatrizes no Partido dos Trabalhadores. Falo de um partido que se fez forte a partir da imagem de seu grande líder, o ex-presidente Lula. Após dois mandatos, o ex-presidente passou a ser considerado por muitos, o mais popular presidente da história de nosso país nas últimas décadas. Com enorme popularidade, Lula manteve-se no poder central das grandes decisões da política nacional em uma verdadeira lua de mel com boa parte do povo brasileiro, inclusive depois de ter deixado de ser presidente. Embora não tivesse mais o poder da caneta, Lula continuava exercendo um grande fascínio na maioria dos brasileiros. Amado e ovacionado pelo povo, o ex-presidente viu seu partido ser tragado por uma série de casos ligados à corrupção em seus oito anos de governo e continuado nos cinco anos e meio do governo Dilma. O chamado "mensalão", escândalo de corrupção política mediante compra de votos de parlamentares no Congresso Nacional, estremeceu o governo Lula. O PT e partidos da base aliada faziam parte. Já o "petrolão", esquema que foi usado para desviar dinheiro da Petrobras, através de contratos superfaturados e dinheiro sujo para benefício de políticos, revelava o lodaçal de esquemões dos governos Lula e Dilma que a Operação Lava-Jato trouxe à tona. A prática criminosa de corrupção na maior estatal brasileira  também era usada para barganhas políticas, para comprar votos e para financiar campanhas políticas. No caso do "mensalão", a impressão que se tem é essa: Lula preferiu proteger seus companheiros e a si mesmo, negando que o "mensalão" existiu. Ora, se fosse um inocente no caso, o mais correto seria o seu Lula ter tido a coragem e até a grandeza, de cortar na própria carne de seu governo, nada mais do que aquilo que de danoso poderia ter acabado por completo com seu mandato. Não correu nenhum risco de impeachment, é verdade, mas Lula não teve zelo por seu governo, muito menos por sua história biográfica política e pessoal. Talvez tenha pensado que passaria incólume por tudo aquilo e que não ficaria com a imagem arranhada. O líder petista acreditou que sua indiscutível e imensa popularidade de grande líder que foi, eu diria que ainda é, apesar dos pesares, bastaria para que a população o absolvesse de qualquer acusação que fosse. Pensou que assim estaria protegendo os seus e a ele mesmo. Mas a justiça brasileira que sempre tardou e falhou não se apresentou. O PT sangrou bastante na Operação Lava-Jato, mesmo assim, resistiu bem. Eu diria que entre "socos e pontapés" que tomou, o partido de Lula ainda conseguiu chegar bem competitivo em mais uma eleição e enfrentar a batalha de uma disputa eleitoral. Sem seu comandante maior, preso desde abril, condenado com 12 anos e um mês de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do triplex, o PT teve que escolher no seu "exército de vermelhos", aquele que era o soldado mais bem preparado que tinha para a batalha nas urnas, e foi pra "guerra" com Fernando Haddad. E do outro lado? Havia um capitão que aguardava por essa luta e que já tinha se preparado para ela. Há quem diga que Jair Bolsonaro, político da extrema direira, só existe por culpa do próprio PT. A massa que hoje chama Bolsonaro de "mito" já foi 'Lu lá lá' um dia. Só que o PT parece não ter entendido a mensagem que a população deu. Imaginou, veja que tolice, que mesmo na prisão, Lula poderia jogar o jogo político bem jogado e sair vencedor. Perdeu tempo com isso. Com um olhar nada observador para a direção correta que a política apontava, a esquerda liderada pelo PT não percebeu Bolsonaro e ignorou que sua força política existia. Parece que demorou para o petismo saber que o "inimigo"  ignorado reunia uma enorme força de antigos e revoltados seguidores lulistas ao seu lado. Quando se deu conta, já era tarde, e o petismo foi derrotado. Eleitores, 58 milhões ao todo, marcharam no domingo passado até as urnas e escolheram Jair Messias Bolsonaro como novo presidente do Brasil. Até então, o presidente eleito, um ex-capitão reformado do Exército, era deputado federal pelo Rio de Janeiro. Não é exagero afirmar que Bolsonaro foi um fenômeno do processo eleitoral que acabamos de viver. Eleito pelo PSL, Bolsonaro disputou a eleição como candidato de um partido desconhecido. Na Câmara dos Deputados, o Partido Social Liberal será a segunda maior força (chance de ser a maior). A campanha não teve "fundo partidário" e praticamente não contou com tempo de televisão. Ainda assim, a campanha política de Bolsonaro foi a maior vencedora das eleicões de 2018. Campanha que foi toda ela baseada apenas na internet, por meio das redes sociais. Como se não bastasse tudo isso, Bolsonaro passou boa parte de sua campanha sem poder viajar pelo país, devido ao atentado que sofreu na cidade de Juiz de Fora (MG), onde foi atingido por uma facada. Resultado final: o fenômeno Bolsonaro conseguiu se eleger presidente da República, eleger 3 governadores de seu partido e governadores de outros partidos. O PSL ainda elegeu 52 deputados federais, outros tantos estaduais e também 4 senadores. Polêmico, sem meias palavras e acusado de ser racista, homofóbico e até de fascista, fato é que nada disso fez Bolsonaro deixar de conquistar tantos apoiadores e admiradores. Ele é um fenômeno da política atual, goste dele ou não. Por isso, o presidente eleito vai ocupar a partir de agora, posição de mais alto destaque do cenário político de nosso país, o de maior líder da direita brasileira. No que diz respeito ao seu futuro governo, é um julgamento que faremos no seu tempo, no momento oportuno. É a minha opinião.

domingo, 21 de outubro de 2018

Folha "bombástica" foi exagero

Essa coisa de pensar que a imprensa tem que ser imparcial no que diz respeito ao tratamento político-eleitoral não passa de uma utopia. Não só no Brasil, mas em outros países também. Parte da imprensa sempre escolhe de que lado ficar, ou quando não, o que lhe é mais conveniente. Há setores da imprensa que são mais conservadores, outros tendem mais para a esquerda, uma outra parte tem uma linha editorial de direita, e por aí vai. Por tanto, a imprensa tem um lado, uma preferência política. Alguém deve perguntar, mas a emprensa não tem que ser imparcial? Sim, a imprensa tem que ser imparcial, mas em relação aos fatos. Ao noticiar um fato, um orgão de imprensa não pode elevar uma notícia além do grau de importância que ela já tem, isso foge totalmente daquilo que se entende como sendo bom jornalismo. A 'Veja' não honrou isso quando quis tratar como escândalo a reportagem a respeito de um processo de separação de Jair Bolsonaro. Aquilo ficou muito feio para a 'Veja'. Agora, eis que surge o conceituado Jornal Folha de S.Paulo com uma notícia mancheteada  em sua capa como "bombástica". A chamada de capa da Folha para a referida notícia apareceu com o seguinte título: "Empresários bancam campanha contra o PT pelo WhatsApp". Ora, nada contra a notícia que a Folha publica sobre isso, mas na forma como ela é tratada pelo jornal. Há um sensacionalismo que é claramente visto em determinados trechos da reportagem, o que desvaloriza uma notícia que no seu teor já tem por si só uma importante relevância. Fez-se desnecessário, por tanto, o exagero que o jornal cometeu; e sabe-se lá com que intuito. Fica a desconfiança no ar. Feito minha ressalva, digo, é preciso chamar às falas o poder da justiça eleitoral para investigar se há algum vínculo das tais mensagens com a campanha de Bolsonaro, como a Folha relata. De fato, prova não existe, mas que se investigue. Uma notícia tratada como denúncia de caixa 2, inclusive, tem que trazer ao menos algum indício, revelar nomes de possíveis envolvidos. Assim como na reportagem da 'Veja', a Folha parece que preferiu sensacionalizar um fato ao invés de tratá-lo como notícia. Talvez por isso, os principais telejornais noturnos deram pouco destaque à "bombástica" manchete da Folha sobre as supostas mensagens patrocinadas por empresários apoiadores de Bolsonaro, que segundo a denûncia do jornal, tinha como objetivo, atacar Haddad ou o PT. Tinha ficado feio para a 'Veja', agora para a Folha de S.Paulo também. Quem é que ganha com isso? Certamente não é o cidadão e muito menos o bom jornalismo. É a minha opinião.

segunda-feira, 8 de outubro de 2018

O fenômeno Bolsonaro

E a eleição para Presidente, como já indicavam pesquisas eleitorais, será decidida no 2º turno. Uma coisa é certa, ganhando ou perdendo, o candidato do até então desconhecido PSL, Jair Bolsonaro, é um fenômeno. Por qualquer ângulo de avaliação que se faça, a conclusão é essa. Seu inesperado sucesso na atual conjuntura política o torna um fenômeno eleitoral. Basta para isso observarmos a grande quantidade de candidatos eleitos por influência direta ou indireta dele. Para se ter uma ideia, o PSL terá a partir do próximo ano a posição de segunda maior bancada da Câmara. Se o capitão reformado do Exército é o cara, como se diz na expressão de gíria, eu não sei. Mas que ele é alguém que ganha força política a partir da eleição de agora, não tenho a menor dúvida. Não vou ficar fazendo prospecção aqui, contudo, algo me diz que será muito difícil para Fernando Haddad, candidato do PT, sagrar-se vitorioso em cima do "mito", como Bolsonaro é chamado por seus admiradores. O Nordeste, base petista bastante sólida, impediu a eleição de Bolsonaro no 1º turno, dando assim condições ao PT de levar Haddad para uma prorrogação (2º turno). Como já disse, não será facíl a missão do petista, vencer Bolsonaro. Impossível não é. Tem gente que analisa política com paixão. Não é meu caso. Nem meu time de futebol, apaixonado que sou, não me faz perder a razão quando dele tenho que falar. Por tanto, posso dizer que falo de política com a razão e não com o fígado. Mas o que faz ele acreditar numa vitória de Bolsonaro e na derrota de Haddad? Você me peguntaria e eu responderia, pois a resposta é simples como dois e dois são quatro. Ora, o candidato do PT só ganhou no Nordeste, território em que Bolsonaro conseguiu até subir. Desse jeito, se quiser vencer a disputa, o candidato do Lula terá que ganhar fora de seu domínio. Só assim poderá "bater" seu oponente no final. Apenas o Nordeste ajudou o petista nessa chegada ao 2º turno, mas não conseguirá sozinho fazê-lo vencedor. É fato. Quando digo que não é facíl para Haddad, entenda que os votos já conquistados por Bolsonaro, e que não são poucos, não mudarão de candidato, segundo pesquisas. Por exemplo, se pegarmos a votação que teve Ciro Gomes, Geraldo Alckmin e o próprio Fernando Haddad, ainda assim, a votação que obteve Jair Bolsonaro é maior. Certo é que o candidato do PSL, penso eu, precisará fazer muita bobagem para perder essa eleição. Quem sabe o general Mourão não contribua um pouquinho!

domingo, 30 de setembro de 2018

Isto não é jornalismo

Sou um defensor da imprensa não apenas porque dela sempore fiz parte, mas por achar que ela é imprescindível para nós (cidadãos). Mas a imprensa também comete seus pecados. Natural que ela erre, afinal, consideremos que não é feita por nenhum ser de inteligência ultra avançada; é a imperfeição humana quem a faz. A revista 'Veja' usou de má-fé para colocar uma realidade que não existe em cima de um fato de ordem pessoal e não pública. Estou me referindo ao notíciado processo do passado que colocou Bolsonaro e sua ex-esposa numa disputa judicial. O processo existe. Isso é fato. O que inexiste é a realidade que a 'Veja' tenta adicionar ao fato. A reportagem sobre a briga judicial de Jair Bolsonaro e sua ex-esposa Ana Cristina Siqueira Vale é uma matéria suja e canalha para um veículo de comunicação que deveria zelar pela seriedade de seu nome junto a imprensa brasileira. Não quero aqui promover Jair Bolsonaro. Não tenho nele o modelo de político ideal que gostaria para o Brasil. Nem sei se existirá esse político algum dia. Tem coisas que gosto no discurso de Bolsonaro e outras que abomino. Por tanto, não se trata simplesmente de defender Bolsonaro nessa canalice da 'Veja' pela razão de morrer de amor por ele, mas por não aceitar que uma situação como essa seja chamada de jornalismo. O que a revista quis com isso foi empregar ares de grande escândalo ao que não passa de uma situação corriqueira em ações dessa natureza. Vejamos: a revista do Grupo Abril acusa Bolsonaro, entre outras coisas, de ocultação de patrimônio, roubar um cofre e de ameaçar a ex-esposa. O processo judicial envolvendo os dois, objeto da reportagem da 'Veja' para atacar o candidato à Presidência, é um processo cível e já arquivado. Detalhe: Bolsonaro não foi processado  por roubo ou ocultação de patrimônio, como a publicação tenta sugerir. Nada passou de acusações sem fundamentos da ex-esposa, inclusive a dita ameaça. Ela mesma já declarou que disse tudo aquilo que está no processo (arquivado) de maneira impensada. Era uma briga judicial pela guarda do filho do ex-casal e divisão de bens, é bom deixar claro. Outra coisa, Bolsonaro não era réu no processo, e sim autor. A ré era a ex-esposa. Alguém mais desatento pode pensar que o político do PSL foi denunciado na justiça por roubo ou ocultação de patrimônio. Lembro que Bolsonaro entrou na justiça pela guarda do filho e por aquilo que entendia ser seu por direito. A 'Veja' dá a notícia, mas dirtoce o fato. O que é muito grave e que me causa estranheza é saber que se trata de um processo na vara de família. Como a revista editada pela Editora Abril conseguiu desarquivar esse processo? Um processo na vara de família corre em segredo de justiça. Nesse caso, caberia apenas aos advogados das partes interessadas ter acesso a ele. Se fosse de interesse público, eu entenderia. Mas um processo pela guarda do filho de Bolsonaro e pela divisão de bens por conta de sua separação não tem nada de interesse público. A ocultação de patrimônio que a própria justiça poderia ter revelado e não identificou e já explicada pela acusadora (ex-esposa) suas razões incabíveis para tal acusação, derruba por terra esse falso argumento de interesse público. Quanto ao cofre que Bolsonaro teria roubado, outra acusação, a reportagem não explica uma coisa, mas eu explico. O cofre em questão é do próprio Bolsonaro. Desse modo, Bolsonaro teria roubado ele mesmo. Pode isso? Lamento muito que a revista 'Veja' que já contribuiu em muito para a qualidade do bom jornalismo brasileiro tenha se  prestado a isso. Se a 'Veja' quer se contrapor ao Bolsonaro ou outro político que não se alinha com aquilo que ela pensa para o país, faça isso construindo suas críticas com seriedade e apontanto caminhos, mas não desse jeito. Isto pode ser tudo, menos jornalismo. É a minha opinião.

sexta-feira, 7 de setembro de 2018

Atentado sofrido por Bolsonaro

O ataque à caravana do ex-presidente Lula no dia 27 de março, ocorrido no Paraná, foi algo para se repudiar, e repudiei. E não é preciso ser um petista ou lulista para ter esse sentimento de repugnância a respeito de um fato como aquele. Agora, uma vez mais, diante de outro ato de violência extremada que deriva da intolerância daqueles que enxergam posições políticas contrárias às suas como um mal a ser exterminado a qualquer custo, venho me manifestar contra o atentado que ocorreu de inopino com o deputado Jair Bolsonaro no dia de ontem (6/9). A pessoa que não compartilha de suas ideias no campo da política não é sua inimiga, apenas pensa diferente de você. É difícil entender isso? Não sou um adorador do Lula, mas lamentei o ataque sofrido por sua caravana. E o mesmo posso dizer do deputado e candidato à Presidência da República Jair Bolsonaro, de quem nunca fui admirador. O pensar político dele (Bolsonaro) nos separa no campo das ideias, mas não o vejo como um inimigo por isso. Por tanto, é inadmissível aceitar o ataque cruel e covarde sofrido por ele em Minas Gerais. O que aconteceu com Bolsonaro é revoltante e triste ao mesmo tempo. A democracia não merece isso. A política não merece. É a minha opinião.

segunda-feira, 27 de agosto de 2018

Voto não pode ser obrigatório

Eu penso que o fim do voto obrigatório não faria o cidadão sentir-se descompromissado com o país. Deixar de votar em uma eleição (majoritária/proporcional) é também uma das muitas formas do cidadão se insurgir contra uma política suja de políticos nocivos à sociedade. Por tanto, se recusar a votar quando o eleitor entende que não há candidatos merecedores de seu voto, por considerar que esses apresentam propostas vazias ou mentirosas, não é uma omissão do cidadão eleitor, mas um ato de protesto seu. A forma vergonhosa como a política de nosso país é vista por nossa população, claramente traduz bem o que quero dizer. Qualquer país que se apresenta como uma nação que preza e zela por sua democracia não pode impor como um dever aquilo que na verdade é um direito de sua gente. Não estou querendo dizer que o fim do voto obrigatório  nos livrará dos políticos desonestos. É provável que não; muito menos acabaria com a indecorosa prática de vender o voto. Contudo, um político para ser eleito precisaria de bem mais do que um simples discurso de falsas promessas. Quero também dizer que esse argumento de que a pessoa que se recusou a votar não terá razão de cobrar de quem vai governar, não faz sentido. Ele (governante) governará para todos, inclusive para quem nele não votou. O governante que estiver no poder, mesmo não tendo sido eleito por você, governará também com o dinheiro que você lhe pagará. Leia-se impostos. Logo, é bem óbvio que mesmo não tendo votado, você tem tanto direito de cobrar do governante quanto quem votou. Se tal argumento realmente obedecesse uma lógica, uma vez tendo votado e seu candidato perdido, você não poderia cobrar nada do vencedor, pois não votou nele. O fim do voto obrigatório não é solução para melhorar a política e nem os políticos, mas é parte importante de um processo democrático que precisa existir.

terça-feira, 21 de agosto de 2018

Morre Otavio Frias Filho

Até os anos 1980, JB (Jornal do Brasil) e O Globo eram jornais dominantes no país. É claro que a Folha de S.Paulo já era um jornal de peso no jornalismo brasileiro. O mesmo também posso dizer do jornal Estado de S.Paulo (Estadão). Mas é a respeito da Folha que estou falando, que passa a ser tão protagonista no Brasil quanto os dois jornais cariocas quando Otavio Frias Filho se torna seu diretor de redação. Hoje, o que é a Folha? Uma marca poderosa do nosso jornalismo. O grande responsável por isso foi Otavio Frias Filho, diretor de redação do jornal e diretor editorial do Grupo Folha. Ele morreu hoje (21/08), aos 61 anos. O homem Otavio Frias Filho deixa seu exemplo pessoal de vida e também profissional.

Números telefônicos de utilidade pública no Brasil

  • Delegacias Regionais do Trabalho - 158
  • Informações sobre oferta de emprego (Sine) – 157
  • Serviço Municipal – 156
  • Serviço Estadual – 155
  • Detran – 154
  • Guarda Municipal – 153
  • Ibama – 152
  • Procon – 151
  • Vigilância Sanitária – 150
  • Justiça Eleitoral – 148
  • Governo Federal – 138
  • Transporte Público – 118
  • Energia Elétrica – 116
  • Água e Esgoto – 115
  • Serviços ofertados pelas prestadoras dos Serviços de Comunicação Eletrônica de Massa – 106
  • Serviços oferecidos por prestadoras de serviços móveis de interesse coletivo – 105
  • Serviços ofertados por prestadoras de serviço telefônico fixo – 103
  • Defesa Civil – 199
  • Polícia Rodoviária Estadual – 198
  • Polícia Civil – 197
  • Polícia Federal – 194
  • Corpo de Bombeiros – 193
  • Ambulância – 192
  • Polícia Rodoviária Federal – 191
  • Polícia Militar – 190
  • Disque- Denúncia – 181
  • Delegacias especializadas no atendimento à Mulher – 180
  • Serviços de Emergência no âmbito do Mercosul – 128
  • Secretaria dos Direitos Humanos - 100