segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Só a prisão pode tirar Lula da disputa de 2018

É indiscutível que Lula ainda é o maior líder popular do país, mesmo com toda repercussão negativa que o ex-presidente tem passado com sua imagem por conta de denúncias envolvendo seu nome. Não se pode negar que Lula tem seu filme bastante queimado em razão de tudo isso. Não sei se o suficiente para destruir todo o prestígio que conquistou com uma parte considerável de seu eleitorado. As últimas pesquisas para eleição presidencial de 2018 vem mostrando isso. Até aqui, elas (pesquisas) colocam o ex-presidente em primeiro lugar. A mais atual foi divulgada na última quarta-feira (19). Pesquisa CNT/MDA. Nela, Lula também lidera em primeiro turno; tanto na intenção espontânea quanto na intenção de voto estimulada. Na intenção de voto espontânea, o ex-presidente é favorito para 11,4% dos entrevistados, seguido por Jair Bolsonaro, com 3,3%, e Aécio Neves, com 3,1%. Já o presidente da República, Michel Temer, ficou em quarto lugar, com 3% das intenções espontâneas de voto. Em quinto, com 2,4%, Marina Silva. No primeiro cenário, em que a pesquisa apresentou aos entrevistados os nomes de Lula (PT), Aécio Neves (PSDB), Marina Silva (REDE), Ciro Gomes (PDT), Jair Bolsonaro (PSC) e Michel Temer (PMDB), o petista também ficou na liderança, com 24,8% das intenções de voto. Em seguida aparecem: Aécio, com 15,7%, e Marina, com 13,3%. Em outro cenário foram apresentados aos entrevistados os seguintes nomes: Lula, Marina, Geraldo Alckmin (PSDB), Ciro Gomes, Jair Bolsonaro e Temer. Mais uma vez, Lula aparece em primeiro, com 25,3% das intenções de voto. Ele é seguido por Marina, com 14%, e Alckmin, com 13,4%. Um terceiro cenário foi tratado pela pesquisa, onde o ex-presidente enfrentaria Aécio, Marina e Bolsonaro. Novamente, o líder petista também é o primeiro, com 27,6%. Na sequência aparecem: Aécio, com 18,9%, Marina, com 16,5%, e Bolsonaro, com 7,9%. A pesquisa só aponta uma desvantagem para Lula em um cenário de segundo turno. O petista, com 33,8%, perde para Aécio. O candidato tucano aparece em primeiro, com 37,1% dos votos. A candidata da REDE, Marina Silva, com 35,8%, também venceria Lula, que ficaria com 33,2%. Pode parecer exagero de minha parte, mas acredito que só a prisão do líder petista, caso ocorra, pode alijá-lo da disputa presidencial de 2018. É importante também ressaltar o seguinte: uma eventual prisão de Lula, sem elementos consistentes para isso, pode transformá-lo numa espécie de mártir da história contemporânea da política brasileira. Por outro lado, se existirem provas irrefutáveis para tal, isso poderia significar a destruição política do ex-presidente e um apequenamento do PT na política nacional. É a minha opinião.

terça-feira, 30 de agosto de 2016

Impeachment de Dilma é mera formalidade agora

O impeachment da presidente da República afastada, Dilma Rousseff, já é uma página virada, penso eu. Difícil de ser revertido, por tanto. O que ocorre agora é mera formalidade para a consolidação do fato. Ainda que de fato ela conseguisse reverter essa situação, certamente não conseguiria governar mais. O próprio PT e ela mesma (Dilma) sabem disso. Confesso que muito pouco eu esperava ver de bom do governo Dilma para o país. O mesmo sentimento também tenho em relação ao governo Temer. Para o bem do Brasil e meu também, sincera e honestamente, tomara que eu esteja errado.

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Olimpíada do Rio e a fantástica audiência da Globo

Olimpíada do Rio terminou, e com enorme sucesso. Se levarmos em conta os contratempos, como falhas na conclusão de algumas estruturas criadas para os jogos, superadas depois de corrigidas a tempo, e outros problemas registrados, eu diria que o sucesso ficou acima da expectativa. É claro que eu poderia falar bastante aqui a respeito de tudo isso e também de tudo que de magnífico essa edição dos Jogos Olímpicos nos proporcionou, mas são assuntos que a imprensa brasileira e mundial têm repercutido enormemente. Diante de diversos temas surgidos ao final da Olimpíada, positivos na sua maioria, ainda bem; escolhi falar da fantástica audiência mundial que a Olimpíada do Rio registrou. Juntando internet, rádio e televisão, podemos dizer que o maior evento esportivo do mundo teve uma audiência jamais vista. Algo impressionante! No Brasil, só para citar nosso país como exemplo disso, os números de audiência da Globo impressionaram. 

Para se ter uma real noção da gigantesca audiência da emissora durante a exibição do evento esportivo, quando comparados aos das outras emissoras, os números de audiência da Globo espantam a todos. Espantoso pelo fato de como a emissora da família Marinho disparou na audiência e suas concorrentes não conseguiram acompanhá-la. Segundo os críticos especializados em televisão, é em grandes coberturas como essa que se tem a real dimensão da grandiosidade da Globo em relação as outras. De fato, a Globo está anos-luz a frente das outras emissoras. Ela inclusive esteve a frente de alguns canais estrangeiros que fizeram a cobertura da Olimpíada do Rio. Não é por acaso que a Globo é hoje a segunda maior rede de televisão do mundo. Dados prévios do Ibope já apontavam durante as transmissões televisivas a enorme audiência da Globo em todas as modalidades exibidas em sua programação. Comparados aos números da Globo, é possível afirmar que Band e Record, que também transmitiram o evento, tiveram resultados inexpressivos. É óbvio que pelo tamanho da Globo, sua grande audiência já era algo esperado, porém, o que não era esperado, talvez nem pela própria Globo, era uma audiência tão à frente assim de suas concorrentes. É a minha opinião.

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Olimpíada não é um mal para o Brasil; antes fosse

Começa oficialmente a Olimpíada do Rio. Finalmente! Estou torcendo bastante pelo sucesso do maior evento esportivo do mundo em nosso país. Não sou do grupo daqueles que entendem que Copa do Mundo, Olimpíada ou qualquer outro tipo de evento não são bem-vindos porque o Brasil deixa de investir em coisas bem mais importantes, o que na minha opinião é um argumento que não faz nenhum sentido óbvio. Torço pelo sucesso da Olimpíada como torci pelo sucesso da Copa também. O que precisamos ter em mente é o seguinte: o que impede o Brasil de ser o país que desejamos, isto é, com uma saúde decente para sua gente, segurança digna, educação de qualidade e uma economia estável, não é o fato de ser realizado aqui qualquer grande evento. Na verdade, Copa do Mundo, Olimpíada, ou lá o que seja, não são empecilhos para o crescimento do país e o bem-estar de nossa gente; antes fosse. Não queremos Copa do Mundo, Olimpíada, Carnaval, Festa de Réveillon em Copacabana, nada. Pronto! Nossos problemas estariam resolvidos. Tenham certeza de uma coisa, o que se gasta com qualquer um dos eventos citados acima, é infinitamente menor se comparados com o que é levado de nós pela corrupção desenfreada e endêmica em nosso país. O que quero dizer com isso é que o Brasil tem totais condições de investir em grandes eventos sem precisar tocar em um centavo daquilo que deve ser investido no seu cidadão, na sua gente. Assim não faz por uma única razão, a picaretagem de muitos dos nossos governantes, representados na sua maior parte por políticos da pior espécie. Raça de larápios! Roubam e sugam o cidadão brasileiro, roubando-lhe inclusive a esperança que carrega em acreditar em um país mais justo para ele. O que essa Olimpíada deixa de legado para o Rio de Janeiro no que diz respeito a sua transformação paisagística, arquitetônica e em outros aspectos, é algo que consigo notar claramente. E digo mais, esse legado só não será maior, por culpa exclusiva dos nossos incompetentes governantes. Peguem as outras cidades que já foram sedes da Olimpíada, notem o quanto de legado ficou para elas. Outra coisa: ao contrário dos Jogos Pan-Americanos, também no Rio, a Olimpíada não produziu nenhum superfaturamento em suas obras, o que foi algo completamente escandaloso no Pan de 2007. Vide a Cidade da Música, obra pra lá de superfaturada. É importante dizer que a Olimpíada do Rio foi custeada com 60% de verba privada. Mesmo sendo a favor do evento, tenho que fazer aqui uma crítica: por não saber se planejar corretamente, o Rio apresentou falhas na conclusão de algumas estruturas criadas para os jogos. Registre-se isso. Mas creio que com o bom andamento do evento e o sucesso que pode ser alcançado em razão disso, a Olimpíada possa superar os contratempos que ocorreram. Respeito a opinião de quem não desejava Olimpíada no Brasil, mas, como expus aqui, isso não representa um problema para o país; muito pelo contrario. É a minha opinião.

quinta-feira, 7 de julho de 2016

Agosto, mês dos Jogos Olímpicos; segurança nacional em alerta máximo

O mês de agosto será preocupante para o Brasil.
A segurança nacional em alerta máximo. O maior evento esportivo do mundo sendo realizado aqui é motivo de orgulho para o Brasil, mas também de preocupação. Como se não bastasse as ameaças constantes que sofremos todos os dias em nosso triste cotidiano de violência, agora estamos diante de um perigo que parecia bem distante de nós, o risco de sofrermos um ataque terrorista. A Olimpíada do Rio proporcionará para o Brasil aquilo que de mais belo pode existir no esporte, a união de povos. Parece ironia dizer, mas é justamente essa união de povos o que mais nos coloca diante desse risco. O Brasil se tornou alvo preferido de grupos terroristas em razão desse fato, a presença aqui de seus principais alvos. Que o perigo existe, não há dúvida, ainda que até aqui nenhuma ameaça terrorista aos Jogos Olímpicos tenha sido feita. Que não passe disso, de um perigo, findado tão logo termine o evento esportivo. Já é o bastante para nós os ataques da bandidagem todos os dias em nosso país, que embora não tenha ligação alguma com o terrorismo que o mundo conhece, por meio de atentados, normalmente visando desestabilizar a sociedade vigente, também coloca boa parte da população brasileira em pânico e refém do medo, tal qual a população mundial em relação ao terrorismo propriamente dito. Todo cuidado é pouco. É a minha opinião.

segunda-feira, 23 de maio de 2016

E agora, Temer?

Esse Romero Jucá é o exemplo mais cabal do que é a moral de muitos políticos brasileiros. Em diálogos gravados com o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado, divulgados pelo Jornal Folha de S.Paulo, ele fala em pacto para deter a Operação Lava-Jato. Com isso, o PT acaba de ganhar de presente do governo Temer o recheado argumentado que faltava para inflar seu frágil discurso de que Dilma foi vítima de um golpe. Esse papo de golpe não me convence, até me provem o contrário. Na verdade o PT sempre quis a mesma coisa que o PMDB também quer, frear a Lava-Jato. Tem gente que por conta da grande vontade de ver o Partido dos Trabalhadores fora do poder, o que é razoável de se compreender em razão do péssimo desempenho da presidente afastada Dilma Rousseff no comando do país, imaginou que um governo comandado por Temer fosse diferente. Não é. O PMDB e o PT sempre foram a mesma coisa, um mesmo governo; separados agora por interesses que não são os nossos. O presidente em exercício Michel Temer, por obrigação moral com a população e por tudo que vive o país atualmente, deveria ter demitido Jucá imediatamente do cargo de ministro do Planejamento após ter tomado conhecimento do fato. Apenas se licenciar do cargo, como o próprio Jucá chegou a anunciar, era muito pouco. Coisa imoral. Mas Temer não resistiu às pressões. Depois de ter hesitado num primeiro momento, se viu obrigado a exonerar Jucá. Mas o que se pode esperar de um presidente que não consegue passar confiança para a população? Quem observar atentamente um trecho do diálogo de Jucá com Sérgio Machado, alimentará a partir de agora a suspeita de que pode de fato ter ocorrido um golpe contra o governo Dilma, como diz o PT.

                            OBSERVEM ESSE TRECHO DO DIÁLOGO:

JUCÁ - [Falando em voz baixa] "Conversei ontem com alguns ministros do Supremo. Os caras dizem ó, só tem condições de sem ela [Dilma]. Enquanto ela estiver ali, a imprensa, os caras querem tirar ela, essa porra não vai parar nunca. Entendeu? Então... Estou conversando com os generais, comandantes militares. Está tudo tranquilo, os caras dizem que vão garantir. Estão monitorando o MST, não sei quê, para não perturbar.".

Para crer em golpe, eu teria que acreditar na cumplicidade do STF. Em determinada parte desse trecho do diálogo, como já reproduzido acima, Jucá diz: "Conversei ontem com alguns ministros do Supremo. Os caras dizem 'ó, só tem condições de sem ela" [Dilma]. Políticos costumam usar de muita bravata. Por tanto, é provável que ao dizer que tinha conversado com alguns ministros do Supremo, Jucá tenha bravateado. É por essa razão que essa ideia de golpe não entra na minha cabeça. Para isso, repito, eu teria que acreditar na cumplicidade do Supremo Tribunal Federal. Com a palavra o STF. Fato é que Romero Jucá tramava para impedir o avanço da Operação Lava-Jato. As gravações reveladas pela Folha de S.Paulo são por si só esclarecedoras. Lembro que o ex-senador Delcídio do Amaral foi preso e depois perdeu o mandado por tentar obstruir investigações da Lava-Jato. O que tem de diferente o Romero Jucá? Tenho dito e repito, Michel Temer é um presidente que claramente parece não passar confiança para a população. É a minha opinião.

Atualização 24/05, 23:30hs:
Segundo Romero Jucá, em pronunciamento no Senado hoje (24), Temer queria que ele, Jucá, permanecesse no cargo. Coube, por tanto, ao próprio Jucá, a decisão de deixar o cargo.

sexta-feira, 13 de maio de 2016

PT e PMDB, Dilma e Temer, um filme sem mocinhos

Não festejo a saída de Dilma Rousseff da Presidência da República (afastada por 180 dias) nem a chegada de Michel Temer para ocupar o cargo. A mudança que gostaria de ver para a política brasileira, bem como para o próprio país, não consiste tão somente numa simples troca de um governante pelo outro. De imediato, como um remédio que precisamos tomar para aliviar uma dor, até pode resolver, mas com o passar do tempo, acredite, voltaremos a padecer da mesma moléstia. Não basta combater a doença, é preciso também combater sua causa. O que a população tem acompanhado no Brasil hoje parece roteiro de um filme ruim e mal-acabado; uma produção de quinta categoria. Nem sequer existe a figura de um mocinho ou mocinha pra mim torcer. É uma história apenas protagonizada por anti-heróis. A verdade é que PT e PMDB, com Dilma e Temer, os protagonistas dessa imaginaria produção cinematográfica criada por mim, formavam uma parceria, um projeto único de governo. Como no frio e sujo jogo da política brasileira não há lealdade, e sim interesses, os peemedebistas abandonaram o barco petista em meio a um naufrágio e trataram de salvar suas peles. Por mais que tentem nos ludibriar, a verdade é só uma, toda essa crise que vivemos hoje é responsabilidade de um governo encabeçado por PT e PMDB. Ponto. Embora por direito e também dever seja o vice-presidente alçado à condição de presidente, penso que mais democrático seria em casos assim, novas eleições. Como esse é só um desejo meu e de outros, e não o que reza a lei, paciência. Fato é que o governo Dilma, tendo Temer como vice e seu partido como principal aliado, produziu fatores extremamente negativos para o país, o que nos levou a grave situação econômica de agora. Esse conjunto de fatores resultou na questão processual aberta com vistas ao impedimento da continuidade do mandato da presidente. Depois disso, golpe é a palavra que mais se ouviu falar. Até aqui, não consegui enxergar nada que caracterize um golpe nesse processo de impeachment, como insiste em afirmar a presidente afastada e os defensores de seu governo. Esse processo é legal. Não afirmo isso por simplesmente pensar assim. Todo o parecer do STF (Supremo Tribunal Federal) assevera a legalidade dele. Pensar em golpe é o mesmo que admitir que a Excelsa Corte se acumpliciou com golpistas para destituir um governante do poder. É acreditar que temos um judiciário a serviço de interesses escusos e não da sociedade. Sinceramente, essa ideia de golpe é um argumento que não encontra sustentação alguma. No Supremo Tribunal Federal, oito dos onze juízes foram nomeados pelas administrações dos presidentes do PT Lula e Dilma. Sei que é desnecessário registrar isso, pois acredito na total imparcialidade dos ministros do Supremo, mas assim faço para reforçar meu raciocínio de contrariedade a respeito desse frágil argumento de golpe. De resto, quero dizer o seguinte: se Michel Temer é a alternativa que temos ao governo Dilma, não tenho o que comemorar, mas, lamentar. Não estou querendo fazer um julgamento antecipado do presidente em exercício no comando de suas funções, porém, tenho sérias desconfianças de seu partido, que só largou o osso porque viu algo mais vantajoso à frente. É por essa razão que lamento a alternativa que nos é apresentada. Por falar em partido político, não concordo quando dizem que o governo do PT foi o que de pior o país já teve. Não é verdade. Como não me deixo levar por ódio ou qualquer cegueira ideológica, reconheço que o país avançou bastante nos dois mandatos do ex-presidente Lula. Digo mais, o governo Lula foi o melhor que o país já teve desde a redemocratização. Os números estão aí para quem quiser pesquisar. Contudo, é preciso fazer a seguinte observação: a despeito desse bom e ótimo desempenho de Lula em dois mandatos, o Partido dos Trabalhadores e seu grande líder se perderam. O escândalo do chamado "mensalão" expôs demais o ex-presidente e fez o PT sangrar bastante. Lula até hoje parece não reconhecer a existência daquele devasso escândalo em seu governo, o que é muito estranho, diga-se de passagem. Ainda assim, ele continuou desfrutando da imensa popularidade que conquistou sem ferir-se pelo vergonhoso fato ocorrido. Acontece que o tempo passou e outro escândalo de corrupção surgiu. Agora, porém, no governo Dilma. Trata-se do "petrolão", o escândalo de corrupção na Petrobras. A Operação Lava-Jato não é bem digerida por Lula e Dilma, e o juiz Sérgio Moro, responsável pelas investigações, é ferozmente criticado e mal-afamado pelo ex-presidente e seu partido. É indiscutível que Lula ainda é o maior líder popular do país. É fato. Resta saber se assim continuará ou se isso se perderá também. Mesmo diante do cenário atual, ouso até dizer que o ex-presidente é o mais forte candidato à Presidência da República em 2018. Quanto ao afastamento da presidente Dilma, é um caminho sem retorno, penso eu. Não acredito que ela consiga retomar o poder. Ao PT, só resta apenas tentar estancar seu sangramento. Os ferimentos não são leves e vão demorar cicatrizar. Certamente ficarão marcas para sempre. São as consequências de seus próprios erros. Já o ex-presidente Lula, com tanta popularidade conquistada, talvez tenha pensado que pudesse estar acima de tudo e de todos. A verdade deve sempre acompanhar um grande líder. Lula parece ter se esquecido disso, ou talvez nunca trouxe isso dentro de si. Que ele reflita sobre isso. Encerrando, quero fazer algumas observações acerca desse tema: dizer que é salutar para a democracia a descontinuação de um governo que já não atende mais as expectativas e nem os anseios da população. Sou inteiramente à favor que assim ocorra. Mas, em se tratando de Brasil, a simples substituição de um governante por outro não resolverá nossos problemas. A forma vergonhosa como é praticada a política em nosso país faz com que haja cada vez mais uma presença constante de políticos desqualificados moralmente e totalmente descompromissados com a causa pública. Uma reforma política completa e não parcial, coibindo desregramentos costumeiros no meio político, já nos levaria em sentido da moralização da política brasileira. É a minha opinião.

Números telefônicos de utilidade pública no Brasil

  • Delegacias Regionais do Trabalho - 158
  • Informações sobre oferta de emprego (Sine) – 157
  • Serviço Municipal – 156
  • Serviço Estadual – 155
  • Detran – 154
  • Guarda Municipal – 153
  • Ibama – 152
  • Procon – 151
  • Vigilância Sanitária – 150
  • Justiça Eleitoral – 148
  • Governo Federal – 138
  • Transporte Público – 118
  • Energia Elétrica – 116
  • Água e Esgoto – 115
  • Serviços ofertados pelas prestadoras dos Serviços de Comunicação Eletrônica de Massa – 106
  • Serviços oferecidos por prestadoras de serviços móveis de interesse coletivo – 105
  • Serviços ofertados por prestadoras de serviço telefônico fixo – 103
  • Defesa Civil – 199
  • Polícia Rodoviária Estadual – 198
  • Polícia Civil – 197
  • Polícia Federal – 194
  • Corpo de Bombeiros – 193
  • Ambulância – 192
  • Polícia Rodoviária Federal – 191
  • Polícia Militar – 190
  • Disque- Denúncia – 181
  • Delegacias especializadas no atendimento à Mulher – 180
  • Serviços de Emergência no âmbito do Mercosul – 128
  • Secretaria dos Direitos Humanos - 100