segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

DILMA ROUSSEFF, A PRIMEIRA MULHER A COMANDAR O BRASIL

Dilma Rousseff é a primeira mulher a ocupar o cargo de presidente da república. Como se não bastasse carregar esse peso no início de seu governo, ainda terá a difícil tarefa de substituir um presidente com uma popularidade fora do comum. Nesse caso, as comparações serão inevitáveis. A sombra do agora, ex-presidente Lula poderá ser um grande incômodo para Dilma. Principalmente nos momentos de tomar algumas decisões impopulares. Dilma terá que ser hábil nas suas ações e condutas políticas. De um lado, esse papo que vira e mexe a mídia vai realçar, de ser a primeira mulher a presidir o Brasil. Do outro lado, a sombra do ex-presidente Lula nas inevitáveis comparações. Quanto a primeira questão, o fato de ser mulher, para mim é irrelevante. A capacidade, a competência e a sabedoria humana, independe do sexo. Homens ou mulheres, não importa, todos têm condições de igual capacidade e competência na condução de um país. Se por ventura a Dilma não corresponder as expectativas criadas em torno dela por meio da indicação do ex-presidente Lula, não terá sido o fato de ser uma mulher, situação determinante para isso. Aqui nesse blog, a minha opinião sobre a administração da presidente Dilma Rousseff será totalmente desprovida desses tolos conceitos. Enfim, quanto ao governo da senhora Dilma, teremos que esperar mais um pouco para fazermos uma análise mais profunda. Como coloquei no início, a grande dificuldade, a meu ver, será romper as barreiras das inevitáveis comparações. Mas isso, qualquer um, sendo ela ou outro qualquer teria que viver essa situação. Por tanto, aguardemos as cenas dos próximos capítulos.
Comentário(s)
1 Comentário(s)

Um comentário :

  1. Concordo em parte com você, afinal os desafios são os mesmos para homens e mulheres, e a competência não tem a ver com o sexo. Mas o que a imprensa ressalta, e concordo é com o fato histórico realmente, afinal as restrições ao pleno exercício do voto feminino só foram eliminadas no Código Eleitoral de 1934. No entanto, o código não tornava obrigatório o voto feminino. Apenas o masculino. O voto feminino, sem restrições, só passou a ser obrigatório em 1946.
    O direito ao voto feminino começou pelo Rio Grande do Norte. Em 1927, o Estado se tornou o primeiro do país a permitir que as mulheres votassem nas eleições.
    Naquele mesmo ano, a professora Celina Guimarães --de Mossoró (RN) se tornou a primeira brasileira a fazer o alistamento eleitoral. A conquista regional desse direito beneficiou a luta feminina da expansão do "voto de saias" para todo o país.
    Hoje temos uma mulher presidente em um país onde o salário da mulher ainda é inferior ao do homem. Isso vai mudar?
    Mesmo com uma presidente mulher, será que o machismo ainda vai dominar a mente da maioria da população brasileira?

    Só algumas perguntas.

    http://sabordaletra.blogspot.com/

    ResponderExcluir

Gostou do blog? Volte sempre que desejar. Dúvidas, sugestões, críticas ou qualquer outro assunto, entre em contato: detudoumpoucominhaopinião@yahoo.com.br

Números telefônicos de utilidade pública no Brasil

  • Delegacias Regionais do Trabalho - 158
  • Informações sobre oferta de emprego (Sine) – 157
  • Serviço Municipal – 156
  • Serviço Estadual – 155
  • Detran – 154
  • Guarda Municipal – 153
  • Ibama – 152
  • Procon – 151
  • Vigilância Sanitária – 150
  • Justiça Eleitoral – 148
  • Governo Federal – 138
  • Transporte Público – 118
  • Energia Elétrica – 116
  • Água e Esgoto – 115
  • Serviços ofertados pelas prestadoras dos Serviços de Comunicação Eletrônica de Massa – 106
  • Serviços oferecidos por prestadoras de serviços móveis de interesse coletivo – 105
  • Serviços ofertados por prestadoras de serviço telefônico fixo – 103
  • Defesa Civil – 199
  • Polícia Rodoviária Estadual – 198
  • Polícia Civil – 197
  • Polícia Federal – 194
  • Corpo de Bombeiros – 193
  • Ambulância – 192
  • Polícia Rodoviária Federal – 191
  • Polícia Militar – 190
  • Disque- Denúncia – 181
  • Delegacias especializadas no atendimento à Mulher – 180
  • Serviços de Emergência no âmbito do Mercosul – 128
  • Secretaria dos Direitos Humanos - 100