domingo, 4 de setembro de 2011

Amazônia, área desmatada transformada em pastos

Pelo visto, a importância que o Meio Ambiente tem para o país, está apenas nos discursos oportunistas de políticos demagogos e aproveitadores da situação. A prova cabal que pode ilustrar esse meu pensamento está na conclusão de um levantamento divulgado sobre áreas desmatadas na Amazônia.
Foto: Veja.com
Mais de 60% da área já desmatada foram transformados em pastos. Uma área equivalente ao tamanho do Uruguai. A maior parte foi convertida para a pecuária. O levantamento, feito pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), dividiu a área desmatada em dez classes de uso, que incluem pecuária, agricultura, mineração, áreas de vegetação secundária, ocupações urbanas e outros. Os fenômenos climáticos, que cada vez mais são constantes, emitem os sinais que a natureza nos dá sempre que os grandes desastres dilaceram nossos corações. Mesmo assim, o homem parece ignorar a realidade diante dos olhos e se enclausura dentro de sua desgraçada consciência, achando que passará impune, e que não pagaremos nenhum preço futuro pelo descaso que no presente cometemos. Quanta ignorância!
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8 Comentário(s)

8 comentários :

  1. Paulo César, a preservação é tudo demagogia oficial mesmo. Tião viana, quando governador do Acre, ganhou vários prêmios por preservar a floresta, depois se descobriu que, na verdade, era o maior desmatador. No Pará, na Terra do Meio ou Terra de Ninguém, as empresas asiáticas pilham tudo corrompendo as autoridades. A sorte é que, aqui no Amazonas, por ser uma ilha e não por consciência ecológica, a devastação é mais lenta. No governo do Eduardo Braga, implantou-se até uma tal de Bolsa-Floresta com o intuito de atrair verba internacional do tal Crédito de Carbono e funcionou: ganhou vários prêmios pela iniciativa, a exemplo do governo acreano, mas sabemos que isso foi inócuo, apenas mais uma demagogia, mais um assistencialismo para lhe garantir votos e dividendos.

    Muito bom artigo!

    Abraços!

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  2. Querido amigo Paulo!
    Muito interessante teu texto, como sempre, muito bem-escrito, abrilhantado pelo comentário de nosso amigo Bento, que com sapiência comentou por aqui, sendo ele lá do Amazonas,interessante.
    Belíssima pauta a sua!

    Legal, então é carioca. Até achei mesmo, os cariocas têm no geral muito respeito pelos gaúchos, o que já havia percebido nas tuas pautas. No que agradeço!
    Beijos.

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  3. Eu não sei como ainda a floresta amazónica ainda está de pé, eu parto do princípio de que a Amazônia deveria ser internacionalizada, ou seja, abrir para os países que têm dinheiro para protejer as fronteiras, retirar as madeireiras, acabar com o desmatamento e reflorestar, e usufriur da biodiversidade para pesquisa, mas continuaria sendo patrimônio brasileiro.

    Abraço pra tu.

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  4. Este comentário foi removido pelo autor.

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  5. É sei que em 'breve' nosso país 'sera' uma das principais potências do mundo, mas do que adianta fazer discursos 'poses' para outros países sendo que o nosso esta uma bagunca, obviamente nao sei ao certo mas ja esteve pior, sei que o nosso país é muito cobrado pela preservação da Amazônia, pois ela corresponde a uma porcentagem importante para o nosso planeta, mais vem cá, mas e as pessoas que sao ligadas na preservação do meio ambiente estao sendo jurada de morte. Como é fica o futuro dessa nação? Grande abraço Abraço!

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  6. É, Paulo, lamento pela nova geração, que, provavelmente, arcará com as consequências.
    Já estamos levando nosso quinhão, pois a natureza reage cada vez com maior violência.
    Grande abraço.

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  7. É uma lástima,mas infelizmente os "brasileiros" que estão no "poder" não estão nenhum pouco preocupados com o que realmente importa no nosso país,e isso está claro em todas as áreas e seguimentos sociais.
    Tá na hora de "nós" virar o jogo!
    Boa semana,bjka

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  8. Cada vez mais, Paulo, as anomalias climáticas tornam-se a regra, ao invés da exceção.
    Culpa da ganância desmedida de nossa espécie.
    Uma grande pena que a Natureza tenha de pagar por nossas imperfeições.
    Até mais.

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