sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Opinião: líderes evangélicos e o poder de suas igrejas

Ontem fui cobrado aqui no blog e através de emails também por não ter externado a minha opinião a respeito da publicação que postei sobre "Os líderes evangélicos e o poder de suas igrejas". A bem da verdade, nem sempre nas publicações que faço, coloco a minha opinião. Mas não é por omissão. Quando isso ocorre, a ideia é convidar as pessoas a pensarem sobre o fato abordado. Não estou aqui condenando os que me criticaram por não delinear a minha opinião sobre a referida publicação, muito pelo contrário, quero parabenizá-los. Blog que só quer viver de elogios e afagos, nada acrescentará para seus leitores. O autor de um blog não deve considerar-se o dono da verdade, o intocável. Ele dever ser elogiado quando tem que ser e criticado quando assim os que lêem suas publicações entenderem. E vou mais além, mesmo se uma crítica for injusta, ele, por absoluta transparência com suas convicções e verdades deve deixar registrado o pensamento dos que o criticaram por meio dos comentários, desde que, pautados pelo respeito. Por tanto, me elogiem quando assim entenderem, e me dêem marretadas com vontade quando julgarem que sou merecedor, como ocorreu na publicação de ontem. Para os que gostariam de minha opinião sobre a publicação de ontem, lá vai: não quero cair na coisa comum, onde o objeto de discussão é sempre o mesmo, se essa ou aquela igreja, ou pastor ou sei lá o quê, está enganando, ludibriando ou fazendo lavagem cerebral na mente das pessoas. Em primeira análise, estão ali porque querem, não são obrigadas. Esse é um ponto. No que tange ao enriquecimento das igrejas e seus líderes, não me parece razoável creditar somente ao segmento evangélico. Todas as instituições religiosas deveriam passar por uma minuciosa e rigorosa investigação, deixando de forma bem transparente e elucidativa, a lisura dessas instituições (igrejas) naquilo que se propuseram a ser e a fazer, como também a exclusão por completo dos aproveitadores da boa-fé das pessoas para proveito próprio. Lamentavelmente, as instituições religiosas, assim como muitas outras, parecem intocáveis nesse país. Essa é a minha opinião.
Comentário(s)
5 Comentário(s)

5 comentários :

  1. Hahahahhahahahhahahaha olá PCzão. Puxa... Ontem quando eu falei sobre vc não ter dado a sua opinião eu não achei que isso daria tanto problema para você. Me perdoe meu amigo, não foi por mal viu!

    Hahahahahhahahaha. Agora mesmo está um debate lá no meu blog por causa do meu último texto e eu deixei tudo lá registrado. Acho que isso é que dá vida ao blog!

    Parabens meu amigo. Sempre que possível deixe seu cometário pessoal no final das suas postagens que isso vai diferenciar seu blog desses sites de notícia. Vai deixar a sua marca. Entendeu?

    Valeu PCzão, e passa lá no blog pô!

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  2. Muito bom, gostei, eu fui uma que te critiquei, e agora te dou os parabéns, porque agora vc deu sua opinião, como o blog sugere, e como vc diz, vc tem toda razão, primeiro as pessoas são livres e vão lá porque querem, eu sigo a Jesus e seus ensinamentos e não a esses usurpadores da fé, e como todos que tem dinheiro nesse país são intocáveis, porque podem pagar os melhores advogados que acham brechas na lei, eu sei disso. Um abraço.

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  3. Oi Paulo,
    Gostei de seu posicionamento a respeito da cobrança que lhe foi imposta.
    Fui lá na postagem anterior para me inteirar do assunto. Você foi bem transparente: acatou as manifestações contrárias, sem deletá-las. Todos têm o direito de manifestarem suas opiniões, desde que com a delicadeza e respeito necessários.

    Quanto ao mérito em si da questão, creio que as pessoas agem conforme suas crenças e acreditam
    que estão fazendo certo. Submetem-se por espontânea vontade. Os abusos praticados pelos dirigentes das Igrejas ser-lhes-ão cobrados um dia, pela Justiça Divina.

    Grande abraço.

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  4. Já ouvi de um amigo, que passava por problemas financeiros, que não lhe restava outra alternativa senão fundar uma nova igreja evangélica. É um homem culto e já foi responsável pela parte financeira de grande empresa . Resolveu aderir a esses programas de demissão voluntária e só percebeu, depois, que administrar o próprio negócio não é assim tão fácil. Há impostos e exigências em demasia. O que não acontece com as igrejas. Tudo lhes é facilitado pela legislação e sequer são monitoradas. Os pastores passam por cursos de oratória e têm grande capacidade de persuasão. Seus objetivos não são atingir as pessoas mais bem informadas, mas os carentes, que acreditam em trocar seu dinheirinho por uma graça divina.
    Não é a liberdade de crença que está em discussão, mas o uso indevido da boa fé, em proveito próprio. É o que a realidade nos mostra, infelizmente.

    Bjs.

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  5. Triste,a venda de Deus.Quem dá mais.É MUITO dinheiro nos bastidores,na verdade não temos noção dos valores de contratos.Odeio muito tudo isso.Cada bobão fazendo um"templo" maior que o outro.Para quê?Pura vaidade e dinheiro em demasia,aí começam a fazer bobagens,o verdadeiro"pirou na batatinha".Estão sem limites e muito menos sem discernimento.Ainda bem que Deus é maior que tudo isso.

    Beijão,PC!Dani.

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