domingo, 9 de outubro de 2011

Há 44 anos, morria o revolucionário e guerrilheiro latino-americano, Ernesto "Che" Guevara

Foto: Alberto Korda
Não é difícil constantemente vermos imagens de Che Guevara em pôsteres, bottons e camisetas de muitos  movimentos sociais pelo mundo. Ele se tornou ao longo do tempo uma espécie de mito latino-americano, símbolo de coragem, rebeldia e de luta contra as injustiças sociais. Formado em medicina, se tornaria tempos depois, médico e líder militar da tropa do grupo guerrilheiro formado pelos irmãos Fidel e Raul Castro, organizado para derrubar o governo ditatorial de Cuba. Guevara teria entrado para o grupo guerrilheiro após tomar consciência em uma viagem de moto com seu amigo Alberto Granado, da miséria em que vivia a maior parte da população dos países da América do Sul e Central. Viagem que se iniciou em seu país natal, Argentina, indo até Miami, nos Estados Unidos. Percorrendo assim, mais de dez mil quilômetros. Com a vitória do movimento revolucionário, em 1959, Che promulgou cerca de 400 (ou mais) sentenças de morte, os chamados "justiçamentos", contra adversários do novo regime. Guevara tornou-se cidadão cubano e assumiu papel ativo, como diretor do Banco Nacional e Ministro da Indústria. Em um discurso na Assembleia Geral da ONU, em 9 de dezembro de 1964, Che Guevara afirmou: "Execuções? É claro que executamos! E continuaremos executando enquanto for necessário! Essa é uma guerra de morte contra os inimigos da revolução!". Guevara não se adaptou à vida burocrática no regime cubano. Acreditava que toda a América Latina precisava ser transformada, através de revoluções sucessivas. Em 1965, deixou Cuba e estabeleceu um foco guerrilheiro na Bolívia, onde acabou cercado pelo exército local, preso e executado. O fato de ter deixado o poder em Cuba para vir morrer nos confins da selva boliviana, tornou Che um símbolo de determinação e coragem, respeitado até por aqueles que não compartilham das ideias socialistas. Sua imagem passou a representar a rebeldia, o inconformismo e a de liberdade da juventude, independentemente de concepções políticas e ideológicas.
Comentário(s)
5 Comentário(s)

5 comentários :

  1. Paulo César, vendo a biografia do Che Guevara hoje temos a impressão de está mais para um genocida do que para um guerreiro propriamente dito.
    Se tivesse continuado na burocracia, teria executado mais inocentes.

    Boa matéria!

    Abraços!

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  2. Paulo, querido amigo, tudo bem?
    Tenho uma visão romântica, não consigo ver o Guevara como um genocida, é uma impressão, apenas...
    Grande abraço e ótima semana! :)

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  3. Olá PC,

    Figura, que ficou na História, mais uma, simplesmente.
    Não tenho qualquer apreço por tal criatura.

    Beijos de luz.

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  4. PC, Caríssimo, essas revoluções são até necessárias ne....

    bjsss meusss

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  5. Grande homem de coragem!Sou fã desse revolucinário.
    Em uma guerra não há heróis nem vilões,mas sim,homens de coragens extremas.
    "Hay Que Endurecer, Pero Sin Perder La Ternura Jamás!"(Che)

    Beijão,PC!Dani

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