domingo, 15 de janeiro de 2012

De 6ª maior economia do planeta aos contrastes sociais, o Brasil dos milionários, ricos, pobres e miseráveis

Somente conciliando desenvolvimento econômico com desenvolvimento humano conseguiremos diminuir nossa desigualdade social e seus contrastes. Não se pode negar o óbvio, que nossa estável economia está em ampla expansão. Agora mesmo nos tornamos a 6ª maior do planeta. Embora tenhamos aumentado ligeiramente nosso Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) no ano passado e alcançado, uma posição no ranking global do indicador, nosso país apresentou resultados piores quando considerada a desigualdade social. Um exemplo bem comparativo de nossa desigualdade social e os contrastes que ela gera é o bairro do Leblon, na Zona sul carioca, que tem o metro quadrado mais caro do Brasil. A mesma rica e luxuosa Zona sul, que abriga algumas comunidades pobres e carentes, só para citar como exemplos, o Vidigal, no bairro de São Conrado e o Cantagalo, essa na mundialmente famosa Copacabana.
Foto- Terra
Esses exemplos que busco no Rio de Janeiro, poderia da mesma forma buscá-los em Belo Horizonte, Porto Alegre, Salvador, São Paulo ou qualquer outra grande cidade desse país onde o contraste resultante de nossa desigualdade social é bem semelhante. Creio que o desenvolvimento de nossa economia ainda trará dias melhores para nossa gente, muito embora a realidade atual não nos faça crer que isso seja possível. Pode até soar como grande ingenuidade de minha parte acreditar nessa possibilidade, porém, cultivo em mim esse sentimento. Contra tudo e contra todos poderemos nos libertar das amarras que nos prendem a uma omissa incapacidade coletiva de mobilização. Somente uma nova consciência coletiva será capaz de proporcionar um país mais justo e igualitário para todos, ricos e pobres. Essa é a minha opinião.
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2 Comentário(s)

2 comentários :

  1. O contraste social do Brasil é mesmo gritante.Temos em nosso país um dos homens mais rico do planeta,que almeja loucamente ser o primeiro,e no entanto,temos uma desigualdade social gritante.Somos gigantes de exportação,principalmente agrícola,e vemos muitos morrerem de fome nesse país.Um salário mínimo que é uma vergonha,uma educação desastrosa que não prepara o jovem para o mercado de trabalho.Eu acredito que é só através da educação,da oportunidade de trabalho,é que se pode mudar a realidade em nossa volta.Não há outro caminho.Mas vemos uma política medíocre e assistencialista,que pouco se preocupa com a causa,está mais voltada para as consequências(ou as vezes,nem isso).
    beijão,PC!Dani.

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  2. Eu também não perco a esperança, Paulo.

    Boa semana, beijos!

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